CINCO ANOS A TODA A VELOCIDADE

Acordaste-me de madrugada e ficamos num alvoroço. Querias vir cá para fora rápido, rápido. Eu estava tão aflita e só pensava que ainda me nascias em casa. O pouco tempo que me deste foi para me enfiar numa ambulância e chegar à maternidade para fazer-te a vontade. Foi por pouco. Lembro-me da enfermeira-parteira dizer "aguente mãe, aguente só mais um bocadinho". Quando me disseram "é agora mãe, já pode vir", não tive de fazer grande esforço pois encarregaste-te de fazer o trabalho praticamente sozinho. Do ventre vieste para o meu peito onde olhei para ti e chamei-te "lobibebé" por teres um cabelo farto e um tufo de pelos no corpo. Naquele dia é que me "caiu a ficha" e mal acreditava que tinha tido um rapaz (sempre pensei que só teria meninas). Foste o primeiro homem que me conquistou para a vida mesmo antes de te ver. Já lá vão cinco anos. Cinco anos e todos os 1825 dias foram passados a amar-te a toda a velocidade, como característica tua deste o primeiro grito que deste ao mundo, sem qualquer medo de me "espetar" na primeira curva. Contigo sinto-me uma mãe bólide, aquela que arranca, preparada para correr todos os dias e, com a velocidade de um raio, para cumprir com todas as obrigações do nosso amor. Uma campeã imbatível e a primeira a ver a bandeira axadrezada, a cortar a meta e a subir ao pódio, dia após dia, erguendo no meu peito a taça das mães vitoriosas onde, lá dentro, bate o meu coração veloz como um meteoro de massa muito brilhante que corre inclusivamente no espaço sideral. 

Parabéns meu amor... meu Tato!




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PARIR PELA TERCEIRA VEZ - CARTA A FAMILIARES E AMIGOS

Queridos familiares e amigos,

Como sabem o António está quase a nascer. Fiquem tranquilos, serão informados quando chegar a hora.
A mamã e o bebé vão estar na MAC (Maternidade Alfredo da Costa) e apesar do cansaço, próprios de um parto, não se importam de receber visitas. Aliás, preferimos que as visitas sejam na maternidade.
No entanto há algumas regras que gostávamos MUITO que respeitassem:

  • Se estiverem doentes, constipados, engripados, com alergias, viroses,... não venham. Uma pequena infecção para um adulto poderá ser uma infecção grave num recém-nascido. 
  • O tempo de visita deve ser curto. Dizer um olá, ver o bebé e dois dedos de conversa são suficientes. Até porque o horário é reduzido (das 14:30h até às 18:00h), só podem entrar duas pessoas de cada vez e há que dar lugar a todos. 
  • Não devem fumar, trazer perfume ou flores. os recém-nascidos são muito sensíveis a odores e estes podem ser prejudiciais. 
  • É normal que quando chegarem o bebé esteja a mamar ou a dormir. Um recém-nascido dorme cerca de 18h e as restantes são para mamar. O pequeno está a dormir na altura da visita? Não, ninguém vai acordar o bebé. Está a mamar? Sim, vão haver mamas à mostra e leite a escorrer pelos mamilos (eu e mais sete). Se a amamentação é algo que vos incomoda também não precisam de vir. Tranquilo.
  • Dispensamos comentários e palpites sobre faz isto ou aquilo, não é assim, é assado, já criei não sei quantos, o bebé tem frio ou calor, quer mamar ou não quer mamar,.... quem andou para aí a ler a enciclopédia 4974 vezes de "como cuidar dos filhos dos outros". Agradecemos a vossa preocupação mas serem "treinadores de bancada" sem que vos seja solicitada ajuda é simplesmente irritante. 
  • O bebé não vai ser "oferecido" para andarem a pegar ao colo, beijar, fazer festinhas, mexer,... não façam este tipo de pedidos. Se não conseguirem resistir aconselhamos a que adquiram um modelo semelhante de bebés que existem nas grandes superfícies comerciais e lojas específicas (por exemplo continente, toysUrs, imaginarium ) e que se chamam nenucos e outros que tais.
  • Fotografias? Sim, são permitidas. Perguntem à mãe. Mas fica já a informação que está fora de questão o uso de flash, pois pode alterar a visão do bebé.
  • Não se esqueçam que nesta família existem mais duas crianças (a Leonor e o Afonso). Sabemos que o nascimento do António é a novidade e há sempre uma grande tendência para falar sobre isso aos miúdos. Agradecemos que não os "bombardeiem" com perguntas e conversas sobre o bebé. Isso só vai fazê-los sentirem-se em segundo plano e que o bebé lhes veio "roubar" o lugar. Quando estiverem com a Leonor e o Afonso interessem-se apenas por eles e pelas suas coisas. 
  • Como sabem no primeiro mês não recebemos visitas em casa. Mãe e bebé vão estar a adaptar-se à nova fase (amamentação, sono, rotinas,...) que traz sempre um cansaço acrescido.
  • Depois de um parto é normal a alteração hormonal da mãe - mais conhecida por baby blues- um período em que a mãe fica mais sensível, melancólica, triste,... Irritabilidade e choro fácil são comuns. É um momento chato e que precisa de alguma atenção, sob pena de poder descambar para algo pior - depressão pós-parto. Por isso, toda a compreensão, apoio e ajuda são necessárias. 
  • Querem realmente ajudar? Podem começar por respeitar os pontos acima mencionados. 

Qualquer dúvida, informação, reclamação,... perguntem e/ou liguem para o pai. 

Beijos mil

Olga Reis 




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ANTÓNIO - O OBEDIENTE

Já estou a perder o rolhão mucoso desde a semana passada. A obstetra, depois de me examinar, disse que o parto estava iminente.  
"Pedi" ao meu António para que aguentasse cá dentro, pelo menos, mais uma semana para tratar de tudo o que me faltava - preparar o quarto, a roupa, a mala de maternidade (que só foi feita hoje), a sessão fotográfica e conseguir ir ao babyshower que as amigas organizaram. 
Confesso que nesta gravidez deixei tudo para o fim. Não sei se por ser o relaxamento de uma terceira gravidez ou se pela perseguição constante deste pensamento de última gravidez aliado a uma angústia de não querer abandonar esta minha condição física que tanto adoro. Sim, muito provavelmente, ambas.
Se tenho curiosidade em conhecer este meu menino? Claro que sim! mas a simbiose que vivo por o ter cá, por ser só meu, por o não partilhar e só eu o sentir (chamem-me egoísta) satisfaz e apazigua esse interesse físico que, verdade seja dita, já está para muito breve. 
Sinto as velhacas das hormonas a prepararem-se para o tal blues puerperal. Juro que as sinto! Algumas já se manifestam com a irritabilidade e o choro fácil. 
O António tem sido um doce. Um bonzinho. Lá se aguentou e fez-me as vontades todas. Já não posso "exigir" mais. Que a partir de agora seja feita a sua vontade.



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MÃAAEEE... TIVE UM SONHO MAU! - AS CRIANÇAS E OS PESADELOS

A ocorrência de pesadelos nas crianças é um problema que preocupa com alguma frequência os pais. O pequeno acorda assustado, muitas vezes a chorar e lembra-se do que sonhou. 

As crianças começam a ter sonhos simbólicos por volta dos dois anos e, normalmente, só começam a relatá-los por volta dos três. Mesmo nesta idade podem não ser capazes de distinguir com facilidade o sonho da realidade, mas conseguem denunciar algum conteúdo do sonho. Aos cinco anos serão capazes de entender que tiveram um pesadelo ao acordar, embora ainda sintam os efeitos do sonho por mais algum tempo depois de terem despertado.

Os pesadelos são sonhos assustadores que geralmente são o reflexo de conflitos emocionais das crianças e que estão particularmente relacionados com as etapas de desenvolvimento. Por exemplo, as crianças que estão a “trabalhar” a angústia de separação podem ter sonhos sobre a perda dos pais, não ser capaz de vê-los ou não ter acesso físico a eles. Os que estão a deixar as fraldas ou a aprender a utilizar o penico podem ter sonhos que simbolicamente refletem a deceção dos pais, ou uma perda de aprovação e amor, podendo intensificar-se se a criança está a ter alguma dificuldade em controlar os descuidos e aos olhos dos pais é mal sucedido. Entre os três e os seis anos, há uma onda de pesadelos provocados por dois aspectos particulares do desenvolvimento emocional: a consciência de impulsos agressivos e impulsos sexuais. Atenção! eu disse "consciência", isto porque, as crianças exibem comportamentos agressivos antes dos três anos, mas não têm consciência de que essa agressão vem de dentro delas, o que só acontece algum tempo depois dos três.

O aumento da consciência anda de mãos dadas com o desenvolvimento de um auto-conceito que está cristalizado em torno do mesmo tempo. Como as crianças se tornam conscientes de si mesmas como seres individuais com a sua própria vida emocional, também se vão familiarizando com as próprias emoções negativas, como a raiva, o ciúme, a inveja, etc... E, neste sentido, os pesadelos servem um propósito em particular na relação dos impulsos agressivos - eles permitem que a criança projecte no sonho a intensidade das emoções que o oprimem. O monstro não é nada mais nada menos que uma representação de impulsos agressivos da criança.

Nos impulsos sexuais é um pouco diferente. Por volta dos cinco anos, as crianças tornam-se muito conscientes das diferenças de gênero. Por um lado, percebem que são um menino ou uma menina e começam a fazer as identificações com o mesmo sexo, por outro lado, podem sentir alguma atração pelo sexo oposto, que no princípio é visível nas suas relações com os pais, em que os meninos falam sobre crescer e casar com a mãe, colocando o pai de lado e as meninas tendem a namoriscar com o pai, vestir-se para ele, enfeitar-se na frente dele, dizer que o pai é o príncipe, enquanto a mãe está excluída. Os pesadelos relacionados com esta etapa de desenvolvimento são normalmente chamados de pesadelos edipianos e giram em torno do conflito de alternância de querer substituir o pai do mesmo sexo aos olhos do outro progenitor e a culpa por ter tais sentimentos. Às vezes os sonhos refletem o medo da criança ou do reconhecimento de que o progenitor a quem ela deseja substituir é maior, mais forte e mais poderoso e, finalmente, capaz de vencer a batalha. Mais uma vez, a representação do sonho poderoso em forma de monstros, criaturas gigantescas e enormes servem o propósito de actuar em função dos conflitos da criança.

Deixo aqui algumas sugestões, no sentido de ajudar os pequenos (e pais) a lidar com os pesadelos:



O importante para os pais é reconhecer que a maioria destes pesadelos são normais e passam com o tempo, por volta dos sete/oito anos de idade, não havendo por isso razão para grandes preocupações. No entanto se estes se tornarem muito frequentes e impedirem de uma forma sistemática que a criança repouse poderá ser importante consultar um especialista.



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BOM DIA MUNDO #57


Fotografia de Rishit Temkar


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10 DICAS PARA PAIS BRINCAREM MAIS COM OS FILHOS

Mesmo que a criança tenha a capacidade de se divertir sozinha, a participação dos pais nas atividades é essencial para o desenvolvimento da criança e para a relação entre pais e filhos: os laços serão reforçados e os pais ainda poderão compreender melhor o universo dos seus filhos.
Não nos podemos esquecer que o “brincar” é essencial para o desenvolvimento das crianças, sendo que o valor da brincadeira não pode e não deve ser subestimado.
É essencial brincar, não só para que as crianças cresçam mais saudáveis e equilibradas, mas também porque brincar é algo que também faz bem aos pais. Muitas vezes, os pais não têm tempo para os filhos e, é exatamente por isso, que é necessário inclui-los no tempo que têm e nas atividades que têm de fazer.
Cecília Galvão, Psicóloga Clinica – Especialista no Desenvolvimento da Criança, partilha 10 dicas para que o tempo seja otimizado e para que os pais consigam brincar com os filhos…mesmo que cheguem a casa mais cansados!



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HÁBITOS DE BRINCADEIRA ENTRE PAIS E FILHOS PORTUGUESES - O ESTUDO

No sábado passado a TriNa promoveu uma manhã de brincadeira entre pais e filhos no espaço Village Underground com "Jogos tradicionais" onde podemos partilhar com os nossos pequenos as brincadeiras do nosso tempo. 

Para além da diversão, que foi garantida, tivemos oportunidade de conhecer os resultados do estudo “Hábitos de brincadeira entre pais e filhos portugueses" e perceber se os pais passam tempo suficiente com os seus filhos e se brincam o necessário com os mesmos. Este novo estudo desenvolvido pela Trina faz parte de uma nova abordagem da marca ao mercado. Em 2015 a TriNa decidiu reinventar-se, assumindo um novo posicionamento para estar mais perto das famílias portuguesas. Os resultados foram apresentados pela Drª Cecília Galvão, psicóloga clinica, especialista no desenvolvimento psicológico infantil e que trabalha o “brincar” há mais de 30 anos. 






Fotos Pau Storch

O estudo ‘Hábitos de brincadeira entre pais e filhos portugueses’ revela que a televisão é forma preferida das famílias portuguesas passarem tempo em comum, tanto aos dias de semana como aos fins de semana, ainda que nos dias livres de trabalho a proporção de utilização de televisão diminua. 80% dos pais revela que o faz aos dias semana, contra de 70% aos dias de semana.

Brincar em casa é a segunda atividade que ocupa as famílias – 71% durante a semana e 62% ao fim de semana. Durante a semana, cerca de 40% diz ler um livro em conjunto, jogar um jogo ou jogar um jogo de computador ou consola. Ao fim de semana esses valores diminuem e as idas ao parque infantil, andar de bicicleta, jogar à bola ao ar livre ou idas ao cinema passam a dominar as respostas. Para a coordenadora do estudo, a psicóloga clínica Cecília Galvão, “Brincar é uma atividade essencial para o desenvolvimento das crianças. É muito importante que as famílias tenham tempo para brincar e consigam escolher atividades que sejam não só divertidas, mas também permitam a aprendizagem de atitudes e comportamentos desenvolvendo as capacidades e competências das crianças. Ver televisão pode ser muito enriquecedor em matéria de informação, no entanto não deve ser o espaço preferencial de relação.”

Comparando os géneros das crianças, durante a semana os rapazes dedicam-se à televisão (82,6%), e depois aos jogos de computador ou consolas (48,8%), andar de bicicleta (28,6%) ou à construção de legos (28,5%). Já aos fins-de-semana, a atividade favorita mantém-se ver televisão (67,1%) seguida de jogar à bola ao ar livre (62,4%). As brincadeiras em casa e as idas ao parque também se intensificam.
Por sua vez, as raparigas são quem passa mais tempo em casa, quer durante a semana, quer ao fim-de-semana. 83% vê televisão durante a semana, diminuindo para 71,6% aos fins-de-semana. Brincar em casa também é um dos passatempos favoritos durante os 7 dias da semana. As idas ao parque infantil (65%), andar de bicicleta, (48,2%), jogar um jogo, (42,1%) e as idas ao cinema, (42,1%), são das atividades favoritas das raparigas aos fins-de-semana. Para a Psicóloga Clínica, “estes valores podem traduzir a necessidade de atividade física, mais evidente nos rapazes desta idade.”

Quanto aos participantes, 85% dos inquiridos referem que outros familiares participam nas atividades que fazem com os seus filhos. Nessas situações, o cônjuge ocupa o principal papel (80,8%), seguido dos irmãos (48%). Quando questionados sobre o número de dias de semana em que costumam brincar mais de meia hora com os filhos, quase 40% está entre os 1 a 4 dias por semana. Apenas 38% refere dedicar mais de 30 minutos por dia, durante os 7 dias, a brincar com os seus filhos. Ou seja, durante os dias de semana, 5 em 10 inquiridos referem passar entre 2 a 4 horas com os seus filhos e 4 em cada 10 refere passar entre 30 minutos a 1 hora em atividades conjuntas. Já ao fim-de-semana, 9 em cada 10 passa mais de 4 horas com o seu filho e 4 em cada 10 passam mais de 4 horas em atividades conjuntas. Já 6 em cada 10 inquiridos consideram que passam o tempo suficiente com o seu filho e 4 em cada 10 consideram que passam pouco tempo. Nenhum dos inquiridos referiu passar tempo a mais com o seu filho.

Podemos ainda concluir que 74% diz ser difícil dizer ao seu filho que não tem tempo para brincar com ele e 75% admite mesmo que sente que o seu filho gostaria de passar mais tempo consigo. E 36% admite mesmo que por vezes o seu filho pede-lhe para brincar com ele e que inventa uma desculpa para não o fazer. Para 80% dos inquiridos a atividade profissional é o que o impede de passar mais tempo com os seus filhos.

Cecília Galvão conclui deste levantamento de dados que “a perceção dos pais sobre o tempo disponível para brincar com os seus filhos durante a semana é insuficiente o que pode até não ser verdade se esse tempo for de qualidade. O que pode ser menos positivo é a qualidade das atividades lúdicas que trazem pouco benefício à relação entre pais e filhos e ao desenvolvimento das crianças.”

Quanto às rotinas diárias entre pais e filhos, 70% dos pais toma o pequeno-almoço com os seus filhos, durante os dias da semana. O almoço e o lanche andam na ordem nos 17%. O jantar, por sua vez, é feito na companhia dos filhos pela maioria (93%). Aos fins-de-semana, as refeições são quase todas em conjunto, sendo o jantar e o almoço as mais referidas (98%). O lanche da tarde é ainda uma das refeições mais partilhadas entre pais e filhos ao fim-de-semana (79%) ao contrário do que acontece durante a semana (17%).

Quando falamos em deslocações com o filho, 56% leva os filhos todos os dias à escola, no entanto 17% fá-lo 2 a 3 vezes por semana e 12% admite que isto acontece raramente, sendo em Lisboa e Porto que verificamos as maiores percentagens. Quando questionados sobre o irem buscar os filhos à escola, a tendência mantém-se. Relativamente a atividades extracurriculares das crianças, 81% dos inquiridos tem filhos que praticam atividades extracurriculares: 47% dos inquiridos refere a natação como a atividade extracurricular do seu filho, seguido da música com apenas 25%. 37% dos inquiridos refere que o filho tem atividades 2 vezes por semana.

Para Cecília Galvão, estas atividades, nomeadamente as refeições à mesa, “podem ser um bom indicador do investimento das famílias na relação próxima com os seus filhos. Assim como a prática de atividades extracurriculares indica que reconhecem a necessidade de aprender outras coisas para além da Escola, no entanto, o estudo indica que há uma vontade de investir a família e pouco tempo para o fazer o que reforça a necessidade de repensar o tempo laboral excessivo.”


Depois dos resultados ficamos conhecer as 10 dicas da Drª Cecília para os pais brincarem mais com os seus filhos. Dicas giras e super úteis que irei revelar num próximo post.


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