Alimentação, hábitos saudáveis e bons exemplos


Porque ontem foi o Dia Mundial da Alimentação e eu estava tão, mas tãaaoooo, cansada que não consegui vir escrever... mas, antes tarde do que nunca! 
Pois bem, perguntas...!?

Será que garantimos uma alimentação saudável e diversificada para os nossos filhos? Será que nós (pais, tios, avós, irmãos e cuidadores) ensinamos hábitos saudáveis através dos nossos exemplos?

É importante, desde o início, estimular o sentido crítico das crianças, principalmente, em relação ao que elas comem. Como? Simples! as crianças devem ser informadas sobre os benefícios dos alimentos para que aprendam a responsabilizar-se pelo consumo dos mesmos. Claro que tudo isto deve ser feito descontraídamente e principalmente, de forma lúdica para conseguir capatar a atenção dos pequenos.
Envolve-las na compra e na preparação dos alimentos faz toda a diferença, uma vez que se sentirão importantes.

A maior parte das crianças adora ir às compras e este pode ser um bom aliado para os pais e começar um bom diálogo sobre os alimentos, por exemplo: “Hoje vamos fazer um arroz colorido, o arroz arco-íris, o que achas?” compre cenoura, milho, ervilhas, etc… e vá comentanto como as cores são bonitas e alegres. 

Quando estiver a preparar os alimentos (lavar, picar, ralar) permita que o seu filho ajude (com restrições, é claro!). Ele pode, por exemplo, ir buscá-los ou colocá-los numa tigela. Durante o processo explique os benefícios destes: a cenoura faz bem aos olhos e deixa a pele bonita, o milho faz bem à barriga, etc, etc… Frise sempre que eles são deliciosos e importantes para a saúde.

Depois de preparados, é importante que comam e apreciem a refeição juntos, conversem sobre o aroma, a textura, as cores… claro que não vai conseguir fazer isto em 10 minutos! É preciso tempo e paciêncie e assim, conseguirá mostar aos seus filhos que comer bem envolve prazer e tranquilidade.

Nós somos o espelho dos nossos filhos, pois eles aprendem por condicionamento, por exemplo: se em casa não gostarem de feijão é muito provável que a criança também não goste. Por um lado porque terá pouco contacto com o alimento e não aprenderá a gostar do seu sabor e, por outro lado, porque quando o assunto for feijão a família irá demonstar o seu desagrado como um alimento não saboroso. O que vai acontecer quando quiser que coma feijão? É óbvio que vai recusar sem pestanejar.

A alimentação da criança deve ser, desde o início, tão variada e saudável quanto possível, pois os hábitos alimentares são formados nos primeiros anos de vida e ficam enraizados para sempre!

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