Já tenho 5/6 anos! - parte I

Amigos, amigos e mais amigos...
Entre os cinco e os seis anos, os pais vão poder observar na criança grandes mudanças na forma como se relaciona com os pares. A criança valoriza cada vez mais os amigos e consegue desenvolver e manter relações positivas. É mais eficaz a partilhar, a tomar a vez e a resolver problemas e por isso há menos zangas com os amigos. Contudo, a família continua a ser o contexto em que a criança se sente mais segura e valorizada. O tempo passado com os pais é essencial!

Do que preciso?
Os primeiros anos de vida são essenciais para a saúde , desenvolvimento e bem estar da criança. O que os pais fazem neste período ajuda a criança a crescer saudável.

Relação - A criança precisa que os pais sejam afectuosos e carinhosos e que brinquem, conversem, cantem canções, contem histórias, a envolvam nas tarefas domésticas (pôr a mesa).

Rotinas - A criança precisa de rotinas regulares, como a hora das refeições, a hora de levantar e de deitar. As rotinas tornam o dia-a-dia mais previsível e por isso ajudam a criança a sentir-se segura e melhoram a sua cooperação.

Regras - A criança precisa de regras para aprender o que pode e o que não pode fazer ("Não se bate") e porquê ("Isso magoa"). A criança também precisa de saber o que acontece se não cumprir.

Recompensas - A criança precisa que os pais se mostrem satisfeitos quando se porta bem: um abraço, um miminho, um elogio, uma ida ao parque são boas recompensas para quem se esforça para portar bem.

Como é ter 5/6 anos?
Durante este ano, os pais vão poder observar uma série de mudanças na forma como a criança se movimenta, fala, compreende, se relaciona com os outros e se sente. No dia-a-dia, há uma série de pequenas coisas que os pais podem fazer para apoiar a criança nesta aventura que é crescer.

Fazer coisas de todos os dias ajuda a criança a desenvolver-se...

As crianças aprendem e desenvolvem-se a ritmos diferentes. Algumas crianças podem fazer as coisas descritas mais cedo ou mais tarde. A maioria das diferenças são normais. Se os pais estiverem preocupados com uma ou mais áreas em que a criança não esteja a progredir, devem consultar os profissionais de saúde.



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