Tesouros... os deles e os meus

Desde que o verão começou, contamos as vezes que fomos à praia. São, na verdade, muito poucas e,  das poucas que fomos tentamos explorar tudo ao máximo. Damos mergulhos no mar e brincamos na espuma das ondas até ficarmos com os dedos enrugados. Fazemos construções na areia de todas as formas e feitios. A imaginação não tem limites! Podemos ser sereias, polvos e até há peixes gigantes que nos engolem. Brincamos aos piratas e encontramos os mais fantásticos tesouros. Brincar aos tesouros é mesmo divertido! As conchinhas são a perdicão da Nônô, já o Afonsini não dispensa uma pá para se entreter a cavar onde, muitas vezes, podemos descobri os tímidos caranguejos. Até à beira de água há descobertas divertidas, como as cócegas que as algas nos fazem nas pernas ou o rodopiar dos pequeninos cardumes que vemos passar.


A praia e o mar mostram-nos, sem dúvida, toda uma riqueza sem limites e os pequenos adoram explorar tudo. E eu... EU AMO estes meus tesouros!!! Juro que quase consigo sentir ao que cheira a felicidade. Para mim, cheira às gargalhadas que dão quando rebolam na areia ou às bochechas rosadas de um dia de praia quando adormecem assim que seguimos viagem para casa. São momentos como estes que me fazem desejar que o tempo pare e que eles nunca cresçam. Quero-os sempre assim, pequeninos, felizes, onde o brincar é a sua principal tarefa no mundo e a imaginação comanda a vida.


Fatos-de-banho Mãe, Nônô e Afonsisni: KNOT

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